Over 10 years we helping companies reach their financial and branding goals. Onum is a values-driven SEO agency dedicated.

CONTACTS
Financeiro

Ano eleitoral não trava empresa saudável, trava quem depende de improviso

Ano eleitoral sempre vem acompanhado de ruído. Incerteza política, mercado cauteloso, clientes adiando decisões, crédito mais rígido e muita empresa entrando em modo “espera”.

Mas vamos ser honestos: ano eleitoral não quebra empresa saudável.
O que quebra é gestão baseada em improviso.

O problema não é a eleição. É a falta de estrutura.

Empresas bem estruturadas atravessam eleições, crises e mudanças de governo com menos impacto porque não dependem de sorte, achismo ou reação tardia.

Quem sofre mais em ano eleitoral costuma ter três características claras:

  • Não conhece seus números com precisão;
  • Não tem fluxo de caixa projetado;
  • Toma decisão olhando apenas o saldo do banco.

Quando o cenário externo aperta, essas empresas ficam sem margem de manobra.

Eleição só escancara o que já estava frágil

Ano eleitoral não cria problemas novos, ele expõe os que já existiam.

Se a empresa já operava no limite, sem controle real de custos, sem planejamento tributário e sem visão de médio prazo, qualquer instabilidade vira ameaça.

Por outro lado, empresas que sabem:

  • Quanto precisam faturar para se manter saudáveis;
  • Quais custos podem ser ajustados;
  • Qual o impacto de cada decisão no caixa.

continuam operando, vendendo e crescendo mesmo com o mercado mais cauteloso.

Improviso custa caro (e quase sempre aparece no pior momento)

Improvisar pode até funcionar quando tudo está favorável.
Mas em ano eleitoral, o improviso cobra a conta:

  • Falta de caixa no momento errado;
  • Endividamento mal planejado;
  • Decisões tributárias equivocadas;
  • Perda de oportunidades por medo ou falta de informação.

Enquanto isso, quem planeja decide com dados, não com manchetes.

Empresa saudável não para. Ela ajusta.

Negócios bem geridos não “congelam” no ano eleitoral.
Eles revisam estratégias, ajustam projeções e seguem em frente com controle.

Planejamento não é prever o futuro.
É estar preparado para ele mesmo quando o cenário muda.

O que realmente protege a empresa em ano eleitoral

  • Não é torcida política;
  • Não é otimismo excessivo;
  • E definitivamente não é improviso.

O que protege é:

  • Gestão financeira estruturada;
  • Fluxo de caixa projetado;
  • Planejamento tributário ativo;
  • Decisão baseada em dados reais.

Wellington Gonçalves – CEO Dataminas Contabilidade

Na prática, empresa saudável atravessa eleição trabalhando. Quem depende de improviso, trava.