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Contabilidade

Reforma Tributária: por que ela vai doer mais no processo do que na alíquota?

Final de mês é sempre o mesmo filme para quem empreende: planilhas abertas, WhatsApp apitando, fornecedor cobrando, folha chegando e cliente pedindo desconto.

E, no fundo, aquela sensação que ninguém gosta de admitir:

“Trabalho 12 horas por dia… mas parece que quem decide minha margem é um imposto que só aumenta e uma regra que muda sem avisar.”

Com a Reforma Tributária entrando em fases cada vez mais próximas da rotina das empresas, muita gente ainda está presa a uma única pergunta:

“Quanto vai ser a alíquota?” Mas, na prática, a pergunta mais perigosa é outra:

“Meu processo está preparado para essa transição?”

Porque, principalmente nas empresas de serviço, a reforma aparece primeiro na rotina, não no discurso.

O imposto já é um problema. Mas o combo é pior.

No Brasil, imposto alto, por si só, já pesa. O que costuma destruir a margem mesmo é um conjunto bem conhecido pelo empresário:

  • regra mudando no meio do jogo;
  • burocracia que não conversa com a realidade da operação;
  • contabilidade focada apenas na obrigação, que entrega a guia em dia, mas não responde à pergunta mais importante: “Eu estou lucrando de verdade?”

É aí que nasce a armadilha clássica: “Depois eu vejo.”

O problema é que, durante a transição, esse “depois” costuma sair caro.

O essencial que você precisa entender sem virar especialista

1) A mudança aparece na rotina antes de aparecer na dor

Reforma tributária, na prática, vira mudança de processo:

  • emissão de notas;
  • cadastro de clientes e serviços;
  • conferência e validação;
  • conciliação de documentos;
  • integração com sistemas.

Quem trata isso como “coisa do contador” descobre da pior forma: nota rejeitada, crédito perdido, retrabalho e caixa apertado.

2) Empresa de serviço não tem gordura. Tem gente, tempo e entrega

Em negócios de serviço, o maior custo invisível é o tempo da equipe e a eficiência do processo. Quando você não enxerga o impacto real em preço, margem e contrato, acaba preso a dois cenários ruins:

  • absorver o custo em silêncio (o lucro some sem fazer barulho);
  • repassar no susto (e perder cliente por falta de critério).

O ponto não é simplesmente “repassar ou não repassar”.
É repassar com método, com base em custo e margem reais.

3) O maior risco não é só pagar mais. É pagar errado e pagar duas vezes

Durante a transição, o que pesa no caixa são erros operacionais aparentemente simples:

  • cadastros inconsistentes;
  • classificação incorreta;
  • rotina fiscal desalinhada;
  • sistema que não acompanha;
  • equipe sem padrão.

No Brasil, erro costuma virar: multa + retrabalho + estresse
(três “impostos” extras que ninguém planeja).

4) A reforma vai separar empresas no modo “torcida” e no modo “controle”

Existem dois tipos de empresa entrando nesse cenário:

  • modo torcida: sorte + contador no fim do mês;
  • modo controle: dados + rotina + decisão.

No final, a pergunta que realmente importa não é só “quanto vai ser a alíquota”.

É:

Sua empresa vai atravessar essa transição tomando pancada no escuro… ou vai se organizar para não pagar mais imposto do que deveria?

Checklist: o que revisar agora (em uma página)

Para facilitar, a Dataminas Contabilidade estruturou uma revisão simples e prática, sem juridiquês, olhando quatro pilares:

  • sistemas e integrações;
  • emissão e cadastros;
  • rotinas e conferências;
  • precificação e contratos.

O objetivo é direto: reduzir riscos operacionais e identificar se sua empresa está pagando mais imposto do que deveria.

Se você quiser receber essa revisão para sua empresa, é só chamar a Dataminas no WhatsApp (34) 3823-4046

Wellington Gonçalves- CEO da Dataminas Contabilidade

PS: O pior cenário não é apenas “pagar um pouco mais”. É descobrir tarde demais que você pagou a mais por meses, perdeu crédito, ficou com sistema desalinhado e ainda levou multa por erro bobo. A reforma é grande, mas o prejuízo costuma nascer pequeno.